Entretenimento

Meus seriados preferidos

Oi pessoas, tudo bem?
Mais um dia sem falhar para tentar chegar na semana certa do desafio e o tema de hoje seria o da semana 19. Hoje vamos falar de seriados, um tema que gosto bastante porque tenho uma serie PREFERIDA, uma serie que assisti mais de uma vez e as outras que tenho um carinho especial.

Primeiro vamos falar da minha serie preferida, BONES.
Eu amo a mistura de investigação criminal com ciência, e principalmente a dinâmica entre a Dra. Brennan e o Booth, meu casal. ❤ Bones me conquistou porque não é só sobre resolver crimes, mas também sobre entender pessoas, relacionamentos e a forma como cada um lida com a vida.

Agora vou falar da serie mais clássica, a que assisti mais vezes, Grey’s Anatomy.
Quem nunca se emocionou com as histórias de Seattle Grace? Essa serie me marcou por mostrar que a vida pode mudar em um segundo, e que mesmo em meio a tantas perdas, a gente sempre encontra motivos para continuar. O carrossel NUNCA para de girar.

Eu tenho uma banda de conforto, mas também tenho uma serie de conforto e o nome dela é Gilmore Girls.
Essa serie é puro aconchego e é impossível não se apaixonar pela relação entre Lorelai e Rory, me lembra muito a minha relação com a minha mãe. Essa é aquela serie que eu coloco quando quero me sentir abraçada. Os diálogos são rápidos, engraçados e cheios de carinho. Seria muito legal ir ao Luke’s tomar uma xicara de café fresquinho.

A última serie que vou falar nessa publicação é um drama adolescente que se chama One Tree Hill.
Os personagens são intensos e a trilha sonora é incrível. One Tree Hill fala sobre amizade, escolhas, amor e perdas de um jeito que acompanha a gente em diferentes fases da vida. É o tipo de série que cresce junto com você.

No fim das contas, minhas séries preferidas falam de vida real, seja investigando crimes, enfrentando cirurgias, tomando café em excesso ou vivendo os altos e baixos da juventude ou da vida adulta. Vocês já assistiram alguma dessas series? Quais costumam assistir?

Beijos, até a próxima. ❤

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Sinto Saudade…

Oi pessoas, tudo bem?
Nem acredito que estou conseguindo colocar o desafio das 52 semanas em dia, nunca cheguei tão longe nos temas da semana como esse ano e olha que estou atrasada. A publicação de hoje é da semana 18 e vamos falar de um tema reflexivo mais uma vez, a SAUDADE. Uma palavra cheia de sentimento, com uma força cultural e muito marcante na nossa língua.

Bom, do que eu sinto saudade?
Sinto saudades da minha infância, daquele tempo que as minhas maiores preocupações eram simples. Tempo que a minha vida cabia nas brincadeiras e nos meus sonhos bobos.

Sinto saudade da minha adolescência, aquela fase confusa onde tudo era intenso de mais, onde as descobertas eram motivos para choros ou gargalhadas infinitas, aquelas que fazem a barriga doer. Onde cada musica tinha um peso enorme para moldar as minhas ideias e cada momento merecia ser eterno.

Sinto saudades de quando meu coração ainda não tinha cicatrizes deixadas por amores ruins, saudade que quando eu acreditava que tudo era leve, que amar era só sobre sorrir e nunca chorar.

Sinto falta da sensação de ter alguém para dividir o conforto do silencio, de rir sem motivos, de sentir que existe um espaço seguro no abraço de outra pessoa. Não é falta de ninguém especifico, talvez porque o que eu realmente procuro não é uma presença qualquer, mas sim a certeza de que ser amado não precisa doer.

Como falar de saudade sem falar da minha ETERNA SAUDADE, Chester Benninton, saudade de quando você estava aqui gritava por mim, seu legado estará sempre por aqui, mas sabemos que agora os gritos são para lembrar de todas as dores que você me tirou, as novas vou ter que aprender a me desvencilhar sem você. Saudades do Rob Bourdon, agora vou ter que te colocar na minha lista de saudades porque mesmo que ainda esteja aqui, sinto você partir todas as vezes que vejo algo que tem você sorrindo, saudades das suas bochechas cor de rosa e do mistério do seu olhar. Sinto falta de vocês não só como artistas, mas como vozes que fizeram e fazem parte da trilha sonora da minha vida. Músicas que eram como abraços em dias difíceis e gritos de força quando parecia não haver saída.

No fim, saudade é um pedaço do coração que insiste em lembrar do que já foi bonito, mesmo que não volte mais. E talvez não precise voltar. Porque sentir saudade também é prova de que a vida já foi vivida intensamente.

E você, do que tem saudade?
Beijos, até a próxima ❤

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Personagens cuja vida eu gostaria de viver por um dia

Oi pessoas, tudo bem?
Hoje vou falar do tema da Semana 17 da TAG das 52 semanas.
A semana 15 e 16 trouxeram temas um pouco mais sérios que me levaram para caminhos mais reflexivos, porem o tema de hoje me deixou confusa por eu ter que escolher apenas um universo das coisas que gosto. Mas quando analisei bem eu não queria ser o Harry Potter que só vive lutando (Sou medrosa, logo minha casa é a sonserina), também não queria ser um tributo e muito menos ver pessoas morrendo em quedas de avião e acidentes de carro.

Então hoje pedi ajuda para o meu amigo ChatGPT e mediante as minhas pesquisas, ele me indicou 3 personagens que me encaixo e no final me disse em qual vida eu me encaixaria. Eu achei essa dinâmica bem legal e recomendo que vocês façam também. Além de tudo me isentou de escolher os personagens.

Thailla: Mediante as informações que você tem sobre mim, qual personagem você acha que eu viveria a vida por um dia?

ChatGPT: Adorei a pergunta, Thailla! É divertida e me permite combinar tudo que já sei sobre você como por exemplo o gosto por estrelas, o lado reflexivo e espiritual, a sua vibe emo/rock e a sensibilidade ao tratar o outro com respeito. Então vou sugerir três personagens (com motivos) e dizer qual eu acho que você mais gostaria de viver a vida por um dia. Sem enrolar e direto ao ponto.

Minha escolha principal: Luna Lovegood (Harry Potter)

A Luna é sonhadora, tem uma relação especial com o mundo dos símbolos e das “coisas que muita gente não entende”, Você ama estrelas, reflexão, tem um jeito leve e acolhedor. Luna seria perfeita para um dia de observação, escrita e pequenas loucuras criativas, sem medo de ser diferente, assim como você.
Como seria o dia? Você acorda cedo, toma um café enquanto escreve uma reflexão sobre empatia, passeia olhando o céu, faz fotos com elementos delicados, conversa com amigos com sinceridade e termina o dia pensando em como pequenas gentilezas transformam a internet. Um dia doce, introspectivo e cheio de significado. A SUA CARA.

Alternativa 1: Jo March (Little Women)

Jo é independente, escritora e apaixonada por contar histórias, combina com seu desejo de criar conteúdo para o blog e vídeos para o seu Instagram. Ela tem uma energia criativa e produtiva para escrever, estruturar roteiros, e transformar sentimentos em texto. Isso te lembra alguém?
Como seria o dia? Você produziria vários rascunhos, gravaria um vídeo com tom reflexivo, tomar um café forte e festejaria a sua criação.

Alternativa 2: Lisbeth Salander (Millennium)

Lisbeth se encaixa com o seu gosto por estética emo/rock e resiliência. Ela é intensa, autossuficiente e não tem tempo para julgamentos vazios. Seria uma experiência poderosa se você quisesse um dia mais “feroz”.
Como seria o dia? Seria um dia de limites claros, cortar o que não serve, enfrentar injustiças (metaforicamente) e proteger quem precisa.

Se eu tivesse que escolher apenas uma para você viver por um dia, eu escolheria Luna Lovegood, porque mistura leveza, sensibilidade, originalidade e aquela visão do mundo que transforma pequenos detalhes em significado. Parece muito com a sua forma de escrever e com os temas que você gosta de abordar no blog.

Dessas 3 personagens, eu só conhecia a Luna e amei muito que a escolha final foi ela. Confesso que algumas coisas eu alterei no texto porque não faziam muito sentido, mas foi basicamente isso que o ChatGPT disse, achei bem mais divertido que ficar me martirizando por escolher um personagem e não escolher outro, maluquice eu sei, coisa de gente indecisa como sou.

Um beijo, até a próxima. ❤


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Isso para mim não é diversão

Oi pessoas, tudo bem?
Nem demorei muito para aparecer por aqui de novo e a publicação de hoje também faz parte da TAG das 52 semanas e essa seria a publicação da semana 16. O tema de hoje também é um pouquinho serio, assim como o ultimo. Mas nem só de entretenimento e diversão vive a Thailla.

Muita gente confunde diversão com atitudes que, na verdade, só machucam. Para alguns, se embriagar até cair é sinônimo de aproveitar a vida. Para outros, brincar com a dor alheia ou expor alguém ao ridículo é visto como entretenimento. Mas será que isso é mesmo diversão? Bom, para mim nada disso é diversão.

Como pode ser divertido você não lembrar de nada que fez no dia anterior?
Como pode ser divertido agredir as pessoas verbalmente, fisicamente ou psicologicamente?
Não tem graça se só você está rindo e a outra pessoa sofrendo.

A verdadeira diversão não deixa cicatrizes. Ela não humilha, não machuca e não destrói. Diversão de verdade é aquela que nos deixa mais leves, que traz boas lembranças e que pode ser compartilhada sem que ninguém saia ferido no processo. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que muitas vezes normaliza comportamentos tóxicos como se fossem apenas “parte da brincadeira”. Mas não são. Se alguém sai triste, constrangido ou ferido, aquilo não pode ser chamado de diversão.

Aqui cabe mais uma reflexão:
Tudo me é permitido, mas nem tudo convém”
1 Coríntios 10:23

Ou seja, nem tudo que todo mundo chama de diversão é saudável ou edificante. Precisamos aprender a discernir o que realmente acrescenta e o que só nos rouba a paz.

No final das contas, diversão de verdade é rir até a barriga doer com os amigos, é cantar alto aquela música favorita, é viver momentos que você vai querer lembrar para sempre e não esquecer. Porque a melhor diversão é aquela que deixa memórias boas e não arrependimentos.

Um beijo, até a próxima ❤

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O que há de pior no mundo virtual

Oi pessoas, tudo bem?
Eu quase esqueci da TAG das 52 semanas, estou mais que atrasada, mas ainda da tempo de concluir esse desafio. Para relembrar os temas desse desafio é só clicar aqui. Quem sabe no ano que vem vocês fazem também.

Hoje o tema abordado é um pouco mais serio e ele é referente a semana 15 do desafio. JÁ ESTAMOS NA SEMANA 38, VOU TER QUE CORRER PARA CONCLUIR ESSE DESEFIO, mas vai dar certo.

O que que há pior no mundo virtual? Vamos conversar um pouquinho hoje.
Quando pensamos no mundo virtual, logo lembramos das coisas boas que ele nos oferece: a possibilidade de nos conectarmos com pessoas de qualquer lugar, aprender sobre assuntos que antes pareciam distantes, dividir ideias, histórias e até emoções em tempo real. Mas, junto com tantos benefícios, também existem lados sombrios.

Para mim, o que há de pior no mundo virtual não são os algoritmos, nem a quantidade de tempo que passamos conectados. O que realmente me incomoda é a forma como algumas pessoas escolhem interagir: jogando hate sem terminar de ler uma legenda, sem buscar entender o contexto, sem tentar enxergar a intenção de quem escreveu. Confesso que as vezes o contexto é aquele mesmo, mas na maioria das vezes é só a falta de interpretação de texto mesmo.

É assustador como a pressa em julgar parece ser maior que a vontade de compreender. A timeline virou um palco de reações rápidas, mas muitas vezes vazias de empatia. Palavras duras são lançadas como se não tivessem peso, mas têm. Comentários atravessados chegam como flechas em quem está do outro lado da tela e quase ninguém para para pensar nisso. O fato é que algumas pessoas querem ser ouvidas a todo custo, mesmo que custe a vida do outro.

O mais irônico é que vivemos em uma era onde a informação está mais acessível do que nunca, mas, mesmo assim, as pessoas escolhem interpretar pela metade. Lê-se a primeira linha, tira-se uma conclusão e pronto: a sentença é dada. Só que, por trás de cada post, existe alguém real, com sentimentos, histórias e lutas que não cabem em alguns caracteres.

O pior do mundo virtual, portanto, não é a tecnologia. É o uso que fazemos dela. É esquecer que, do outro lado, há seres humanos. Se houvesse mais paciência para ler até o fim, mais curiosidade para perguntar antes de atacar e mais humanidade para lembrar que todos erramos e aprendemos, talvez o espaço digital fosse menos tóxico e mais acolhedor. No fim das contas, não precisamos de filtros melhores ou de redes sociais perfeitas. Precisamos de pessoas mais conscientes. Porque a internet não é um universo à parte: ela é só um reflexo do que carregamos dentro de nós.

E aqui cabe uma reflexão:
“Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para se irar”
Tiago 1:19

Talvez se aplicássemos esse versículo também ao mundo virtual, teríamos menos ódio espalhado e mais amor compartilhado.

Um beijo, até a próxima. ❤