Farmácia

Você não precisa carregar tudo sozinha.

Janeiro Branco

O mês de janeiro é cheio de campanhas de conscientização e hoje vamos falar sobre o Janeiro Branco que é um convite coletivo para olhar com mais cuidado para a nossa saúde mental. E dentro do universo da farmácia, esse convite se torna ainda mais urgente.

A sobrecarga raramente chega de forma explícita. Ela não bate à porta dizendo que veio para ficar. Na maioria das vezes, ela se disfarça de rotina, responsabilidade, dedicação excessiva e da famosa frase: “é só uma fase”.

Decidi trazer esse texto como um espaço de acolhimento e reflexão, para lembrar que cuidar da mente também faz parte do cuidado e isso também inclui as pessoas que cuidam dos outros todos os dias.

Trabalhar na farmácia exige muito mais do que conhecimento técnico, também temos que ter atenção constante, empatia, rapidez, responsabilidade e até mesmo resistência emocional. O problema é que com o tempo, essa soma pode pesar e muitos sinais de sobrecarga acabam sendo normalizados, ignorados ou até romantizados.
Por isso é importante identificar esses sinais para interromper um ciclo silencioso de exaustão.

Sinal 1: Cansaço Constante (Mesmo quando você dorme)

  • Um dos primeiros sinais de sobrecarga é o cansaço que não passa. Não é apenas sono físico. É acordar cansada antes mesmo de começar o turno. É sentir que o descanso nunca é suficiente, mesmo após folgas ou momentos de pausa. Quando o corpo descansa, mas a mente não, isso é um sinal de alerta.

Sinal 2: Irritação frequente com situações pequenas.

  • Responder perguntas repetidas, lidar com imprevistos ou com o fluxo intenso de pessoas faz parte da rotina da farmácia. Mas quando tudo começa a irritar com facilidade, algo pode estar errado, e essa irritação constante costuma vir acompanhada de culpa: “não era pra eu me sentir assim”. Mas ela não é falta de profissionalismo é exaustão emocional.

Sinal 3: Funcionar no modo automático.

  • Outro sinal comum é começar a fazer tudo no piloto automático. Você cumpre suas tarefas, atende, resolve, mas sente que está distante emocionalmente. Falta presença, envolvimento e sentido. Esse desligamento não é preguiça, é um mecanismo de defesa da mente quando ela já está sobrecarregada.

Sinal 4: A necessidade de se sentir forte o tempo todo.

  • No mundo da farmácia, ser forte virou quase uma obrigação, temos que engolir o choro, não demonstrar cansaço, seguir mesmo quando tudo pesa. Pedir ajuda passa a parecer fraqueza, mas na verdade, é um ato de autocuidado. Força em excesso também cansa. E ninguém consegue sustentar tudo sozinha por muito tempo.

Janeiro Branco não fala sobre dar conta de tudo, fala sobre escutar a si mesma, sobre reconhecer limites, sobre entender que saúde mental não é luxo, sobre lembrar que cuidar de quem cuida também é essencial.

Identificar sinais de sobrecarga não significa desistir da profissão. Significa escolher permanecer inteira para seguir na profissão. E se, ao longo desse texto, você se identificou com algum desses sinais, não ignore. Converse com alguém de confiança, busque apoio profissional e se possível, Respeite seus limites.

Você não precisa carregar tudo sozinha. Cuidar da sua mente também é um ato de amor próprio e por tudo aquilo que você faz. 🤍

Um beijo, até a próxima.

YouTube

A vista deixou tudo mais leve

Oi, pessoas, tudo bem?
Hoje postei um vlog no meu canal do YouTube e quero muito compartilhar essa experiência com vocês.

Nesse vídeo, eu fiz uma caminhada especial que começou na Praia do Barbudo e seguiu até a charmosa ponte de madeira na orla de Araruna.

Durante o trajeto, mostrei cada detalhe dessa paisagem incrível: o mar, a brisa, o clima acolhedor e toda a beleza natural que torna esse passeio tão único. É quase como estar lá comigo, sentindo a energia do lugar e descobrindo os cantinhos que fazem parte dessa cidade.

Se você gosta de natureza, tranquilidade e boas histórias, você vai gostar desse vlog.

Vem caminhar comigo e não esqueçe de deixar seu comentário e compartilhar com quem também vai adorar conhecer esse pedacinho especial da orla de Araruna.

Um beijo e até a próxima 💜

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Bem- Vindo 2026

Oi pessoas, APARECIIIIIII.
Depois de um ano com 21,9 mil palavras e 80 publicações nesse blog, estou aqui para dizer que 2026 vai ter muito mais. E mesmo que eu deseje que tudo seja diferente, o meu ano só começa quando eu posto meu vídeo de metas e quem me acompanha aqui sabe bem.

Nos vídeos, sempre falo sobre as metas que do ano anterior antes de compartilhar as metas do ano que está se iniciando, vou fazer isso aqui no blog também, então se você clicar aqui vai ver as metas de 2025 uma por uma, lá eu também coloquei o link do vídeo e é tão engraçado ver o quanto mudamos em um ano.

Mas aqui em janeiro de 2026 é hora de ver qual meta eu consegui cumprir e também é hora de traçar novas metas. Então em 2026 eu quero…

  • Cuidar da minha saúde.
    – Beber mais água
    – Alimentação Saudável
    – Exercícios físicos
    – Escrever como me sinto
    – Ouvir mais música
    – Ler um livro por mês
    – Ler mais a bíblia
  • Emprego
    – Trocar telefone
    – Mobilhar Cozinha e Sala
    – Carro
    – Viajar para um lugar novo
    – Me organizar financeiramente
    – Me organizar com tempo de qualidade
  • Nas Redes:
    2k Instagram
    2k TikTok
    100 inscritos no canal do YouTube
    4 Publicações por mes no blog

É bastante meta, mas esse ano vai ser incrível assim como o do ano passado, contei as coisas boas que aconteceram em relação as minhas metas do ano que passou e antes mesmo do ano terminar, uma das minhas metas de 2026 já foi realizada e eu fiquei em choque, mas para você saber tem que assistir esse vídeo aqui de baixo. E sei que você é curioso e vai lá correndo ver o que é. 🙂

Ah, mas antes de ir, não esquece de comentar as suas metas para 2026 aqui e me diz se conseguiu cumprir as metas do ano passado também, vou amar saber.

Um beijo e até a próxima. :*

Entretenimento

Tenho medo de…

Semana 33

Oi pessoas, tudo bem?
Hoje vamos falar de medo, uma coisas que todo mundo tem mesmo que não querendo admitir. Uns tem medo de altura, outros de palhaço e eu tenho minha listinha que não tem nenhum desses dois itens.

Para começar, tu tenho medo de armas, é o tipo de objeto que já carrega uma tensão só de olhar. Me da um frio na espinha só de pensar nelas.

Também tenho medo de caminhão, estranho, mas eu tenho motivos. Quando eu tinha seis anos, fui atropelada por um, e desde então, confesso que esse barulho grande e pesado me deixa gelada. É um trauma que ficou lá atrás, mas ainda ecoa um pouquinho aqui dentro.

Outro medo clássico, principalmente para mulheres: Ruas escuras. Não importa a cidade, o horário ou a roupa que eu esteja, se a rua está escura, o coração já acelera. É aquele instinto de autoproteção que fala mais alto.

E por fim, mas definitivamente não menos importante, eu tenho medo de ratos. Sim, eu ODEIO ratos! Só de pensar já fico arrepiada. Se eu vejo um, já saio correndo sem nem olhar para trás.

Medo é isso algo que a gente não controla, mas aprende a conviver. Alguns diminuem com o tempo, outros continuam firmes só pra lembrar que, mesmo corajosos, ainda somos humanos.

Um beijo, até a próxima.

Entretenimento

Ainda quero aprender.

Semana 32

Oi pessoas, tudo bem?

Hoje vamos falar sobre coisas que ainda quero aprender. Acredito que aprender é uma coisa que a gente nunca para de fazer. Em outro momento, eu diria que queria aprender a dirigir, mas esse item foi riscado da lista esse ano.

Mas ainda tem algumas coisinhas que quero muito aprender. Por exemplo, tocar um instrumento. Sempre achei incrível ver alguém dedilhando um violão ou tocando teclado como se fosse a coisa mais natural do mundo. Deve ser uma sensação maravilhosa transformar sentimento em som.

Também quero aprender a andar de patins. Parece simples, eu sei, mas toda vez que vejo alguém deslizando por aí com aquela leveza, fico pensando que gostaria muito de fazer isso também. Mas no momento só sai cair mesmo.

E por último, mas não menos importante: aprender a pregar um prego na parede. Pode rir, eu deixo. Mas tem algo de desafiador em conseguir resolver essas pequenas coisas sozinha, principalmente agora que estou morando sozinha. Um dia eu chego lá!

No fim, o bom da vida é isso! Sempre ter algo novo pra descobrir, nem que seja equilibrar o corpo em dois patins ou finalmente pendurar um quadro sem pedir ajuda.

Um beijo, até a próxima.