Oi pessoas, tudo bem? Hoje vamos falar de medo, uma coisas que todo mundo tem mesmo que não querendo admitir. Uns tem medo de altura, outros de palhaço e eu tenho minha listinha que não tem nenhum desses dois itens.
Para começar, tu tenho medo de armas, é o tipo de objeto que já carrega uma tensão só de olhar. Me da um frio na espinha só de pensar nelas.
Também tenho medo de caminhão, estranho, mas eu tenho motivos. Quando eu tinha seis anos, fui atropelada por um, e desde então, confesso que esse barulho grande e pesado me deixa gelada. É um trauma que ficou lá atrás, mas ainda ecoa um pouquinho aqui dentro.
Outro medo clássico, principalmente para mulheres: Ruas escuras. Não importa a cidade, o horário ou a roupa que eu esteja, se a rua está escura, o coração já acelera. É aquele instinto de autoproteção que fala mais alto.
E por fim, mas definitivamente não menos importante, eu tenho medo de ratos. Sim, eu ODEIO ratos! Só de pensar já fico arrepiada. Se eu vejo um, já saio correndo sem nem olhar para trás.
Medo é isso algo que a gente não controla, mas aprende a conviver. Alguns diminuem com o tempo, outros continuam firmes só pra lembrar que, mesmo corajosos, ainda somos humanos.
Hoje vamos falar sobre coisas que ainda quero aprender. Acredito que aprender é uma coisa que a gente nunca para de fazer. Em outro momento, eu diria que queria aprender a dirigir, mas esse item foi riscado da lista esse ano.
Mas ainda tem algumas coisinhas que quero muito aprender. Por exemplo, tocar um instrumento. Sempre achei incrível ver alguém dedilhando um violão ou tocando teclado como se fosse a coisa mais natural do mundo. Deve ser uma sensação maravilhosa transformar sentimento em som.
Também quero aprender a andar de patins. Parece simples, eu sei, mas toda vez que vejo alguém deslizando por aí com aquela leveza, fico pensando que gostaria muito de fazer isso também. Mas no momento só sai cair mesmo.
E por último, mas não menos importante: aprender a pregar um prego na parede. Pode rir, eu deixo. Mas tem algo de desafiador em conseguir resolver essas pequenas coisas sozinha, principalmente agora que estou morando sozinha. Um dia eu chego lá!
No fim, o bom da vida é isso! Sempre ter algo novo pra descobrir, nem que seja equilibrar o corpo em dois patins ou finalmente pendurar um quadro sem pedir ajuda.
Oi pessoas, aqui estou eu para mais uma publicação da TAG das 52 Semanas e o tema de hoje é mais tranquilo porque não vou falar o que me irrita e sim o que gosto de fazer quando estou com tempo livre e a rotina desacelera.
Quando finalmente tenho aquele momento de não precisar fazer absolutamente nada. Eu aproveito para fazer pequenas coisas que realmente me fazem bem, como ler. Entrar em uma boa história, me perder nas palavras e sentir que, por alguns minutos, o mundo lá fora parou.
E isso se junta com o fato de eu gostar muito de escrever, porque é quando coloco meus pensamentos em ordem e deixo fluir tudo o que está guardado aqui dentro.
Outra coisa que gosto muito é assistir vídeos, séries e filmes, seja pra rir, chorar ou simplesmente esquecer do tempo por algumas horas.
Esses momentos são como um respiro. Um tempo só meu, sem pressa, sem cobranças. E mesmo que pareçam simples, são eles que me ajudam a recarregar as energias para quando a vida volta a correr.
E você, o que gosta de fazer quando não tem nada pra fazer?
Oi pessoas, tudo bem? Já voltamos com a programação normal desse blog? Não, ainda estou em processo de mudança, mas agora é a mudança da minha mãe que vai mudar de cidade. Mas como já estou na casa nova consegui me organizar para fazer algumas publicações da minha TAG que seria semanal, mas que vivo atrasada.
O tema de hoje sobre coisas que me deixam impaciente e segundo minha mãe eu sou BEEEEEEM impaciente, mas vamos nos atentar só a essa lista porque não quero escrever um livro maior que a saga Harry Potter e Jogos Vorazes juntos.
Então vamos de lista, porque reclamar organizadamente é quase uma terapia, né?
• Andam devagar: Sério, parece que o universo conspira pra colocar gente lenta na minha frente justamente quando estou com pressa. Também me irrita quando antam em zig zag na calçada, você tenta passar por um canto e a pessoas vai para a sua frente e quando você vai para o outro lado, a pessoa vai para a sua frente de novo.
• Acham que sabem tudo: Essa aqui me tira do sério. A pessoa começa a competir até na conversa! Tudo que você fala, ela tem uma história melhor, um exemplo maior, uma versão “mais certa”. É o tipo de energia que cansa, porque não dá pra ter diálogo com quem quer vencer até na fala.
• Me fazem esperar: Eu juro que entendo que imprevistos acontecem, mas não custa mandar um “Estou a caminho” ou “vou me atrasar um pouquinho”. O problema não é esperar, é esperar sem saber se a pessoa vai aparecer! Isso me dá uma agonia que não sei explicar.
• Falam por partes: Você pede para pessoa explicar algo e ela começa: “então… sabe aquele negócio?”… e aí some no meio da frase. Ou manda três mensagens picadas no WhatsApp em vez de escrever tudo de uma vez. Me dá um nervoso! Fala tudo logo, por favor.
• Só reclamam: Olha, eu tento ser positiva, mas tem gente que consegue transformar qualquer conversa em nuvem cinza. Reclama do tempo, do trabalho, da vida, do cachorro do vizinho, nunca, NADA, está bom!
• Quando marcam em cima da hora: Quando me ligam e falam, vamos sair daqui a 30 minutos? Me da a sensação que a pessoa tentou convidar MUITA GENTE antes de falar comigo. A pessoa se organizou, se arrumou, mas eu tenho que largar tudo e sair em 30 minutos. Sempre falo não! A não ser que no meio de uma conversa essa decisão de sair tenha sido tomada.
Vou parar por aqui antes que vocês me achem muito chata E você? Quais tipos de pessoas te tiram do sério também? Me conta nos comentários! Um beijo, até a próxima 🙂
Oi pessoas, tudo bem? Sumi por motivos de MUDANÇA, mas não desisti do meu desafio das 52 semanas que quase ficou certinho no mês passado, não posso garantir que vou conseguir esse mes, mas certamente na ultima semana do ano o tema 52 vai está publicado aqui.
Para a publicação de hoje decidi listar alguns filmes que deixam meu coração quentinho o que me deixou com vontade de assisti lós de novo. Vamos nos emocionar um pouquinho hoje.
1. Até o Último Homem (2016) Um lembrete de que a fé pode ser mais forte que o medo. Mostra como a coragem verdadeira não está em atacar, mas em permanecer firme nos seus valores mesmo quando o mundo inteiro duvida.
2. O Menino que Descobriu o Vento (2019) Inspiração pura. Mostra como o conhecimento e a esperança podem florescer mesmo no solo da escassez. Um filme que fala sobre acreditar no impossível.
3. À Prova de Fogo (2008) Mais do que um drama de casal, é uma história sobre reconstrução e amor com propósito. Um lembrete de que as promessas feitas diante de Deus exigem esforço, perdão e fé.
4. Quarto de Guerra (2015) Um dos mais poderosos sobre oração e batalha espiritual. Mostra o poder da fé silenciosa e da entrega total. A energia desse filme tem muito a ver com teu lado de mulher de fé e transformação.
5. Sociedade dos Poetas Mortos (1989) Uma poesia em forma de filme. Fala sobre liberdade, expressão e o impacto de um mestre que ensina a olhar o mundo com alma. Tem o mesmo tom reflexivo e inspirador que parece com o que eu gosto na hora de escrever.
6. I.A. – Inteligência Artificial (2001) Uma história de amor e humanidade contada por um robô que só queria ser amado. Toca nas camadas mais profundas da solidão, da esperança e do desejo de pertencer algo que certamente ressoou comigo.
7. A Vida é Bela (1997) Um clássico sobre amor, sacrifício e a beleza que sobrevive até nas piores circunstâncias. Um filme que mistura dor e ternura.
8. Milagre na Cela 7 (2019) Sensível, inocente e profundamente humano. Um lembrete de que o amor puro transcende injustiças e rótulos e que, às vezes, o coração enxerga o que os olhos não podem ver.
9. O Menino do Pijama Listrado (2008) Um retrato doloroso da inocência perdida e da crueldade humana. Fala sobre empatia e como ela pode nascer mesmo em meio ao ódio. Um filme que desperta o olhar compassivo e reflexivo sobre o mundo.
10. Meu Primeiro Amor (1991) Daquele tipo de história que marca a infância. Mostra que o amor e a perda caminham juntos no amadurecimento e que a doçura da lembrança é o que eterniza o que vivemos.
11. 10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999) Um clássico leve e divertido, mas com mensagens sobre autenticidade, vulnerabilidade e amor verdadeiro. A mistura perfeita entre rebeldia e sensibilidade.
12. P.S. Eu Te Amo (2007) Um dos mais emocionantes sobre luto e recomeço. Mostra que o amor não acaba ele muda de forma, continua guiando os passos. Toca muito na tua forma poética de enxergar o amor e a saudade.
13. A Culpa é das Estrelas (2014) Uma história que mistura humor, dor e significado. Que fala sobre viver intensamente, mesmo sabendo que o tempo é curto.
14. Divertidamente (2015) Simples e genial. Mostra que tristeza também é parte da cura. Um lembrete doce e profundo de que todas as emoções têm seu papel e que se permitir sentir é o primeiro passo para se encontrar.
Você já assistiu algum desses filmes? Assistiu todos? Me conta aqui nos comentários. Um beijo, até a próxima 🙂