TBTextos

Em três Palavras: A vida continua!

Hoje é dia de compartilhar mais um TBTextos e é engraçado como Deus faz as coisas se encaixarem.

Desde junho tenho tentado me organizar para postar mais no blog, Instagram e Youtube. Tenho lido bastante e pesquisado para trazer coisas que eu goste de ler de novo daqui a um ano. O primeiro texto que escrevi para esse mês falei sobre os recomeços, mesmo quando são difíceis, então abri esse texto agendado para hoje e sorri porque aqui percebi que a muito tempo tenho recomeçado mesmo quando é difícil e em cada fase da vida esse recomeço é diferente.

Também percebi que Deus sempre esteve e está comigo em cada um desses recomeços e essa a uma certeza que sempre tive. A jovem Thailla acreditava nas pessoas o que moldou a Thailla de agora, mesmo que tenha sido difícil, as vezes sinto falta de ser sonhadora como antes.



– Vamos ao texto da jovem Thailla ❤

A exatamente um mês e quatro dias sofri a segunda rasteira de pessoa que eu achava que era o amor da minha vida. Pela segunda segunda vez ele me deixou sem explicação e sem nenhum motivo aparente, mais uma vez eu me desesperei e achei que não conseguiria viver sem ele e mais uma vez me enganei redondamente.

Eu ainda sinto falta dele, mas nada que me mate aos poucos ou que eu sinta vontade de que isso aconteça.

Agora eu já respiro aliviada e só fico triste por ele ter se transformado em um estranho, não é pelo fato de não ser mais o meu namorado e sim por ele ter perdido os seus princípios, por não ser forte o suficiente e ficar se guiando pelas ideias dos outros. (A Jovem Thailla ainda acreditava nas pessoas)

Eu já estava melhorando graças as minhas amigas que amo de mais e as orações que eu tenho feito. – Deus sem dúvida é maravilhoso! Então daqui para frente nada de tristeza e lamentação, só coisas boas.

– A vida Continua! –

Thailla Paixão – 2011

Farmácia

Medicamentos Genéricos: Mitos e Verdades

Oi pessoas, tudo bem?
Não sei porque demorei tanto para trazer aqui para o blog o tema FARMÁCIA, tendo em vista que eu sou farmacêutica e se tem uma coisa que sempre me perguntam, tanto no balcão da farmácia quanto na vida, é: “Mas esse medicamento genérico é bom mesmo?”
Para mim a resposta é OBVIA, mas entendo que esse sempre será um questionamento da maioria das pessoa e quando se trata da nossa saúde, toda dúvida é válida. Então decidi escrever aqui, nesse cantinho onde compartilho descobertas e vivências, sobre algo que faz parte da minha rotina e da rotina de muita gente. os medicamentos genéricos.

Para começar, vamos entender o que é um medicamento genérico.

O medicamento genérico é uma versão mais em conta do medicamento de “marca”, que é aquele que costuma ser mais conhecido e por isso é mais caro. Eles tem o mesmo principio ativo, dose e forma de uso. Então porque um é mais caro que o outro?
Porque o medicamento genérico não carrega os gastos de marketing e propaganda e todo o estudo feito para a descoberta do novo principio ativo e é exatamente pelo seu baixo custo que muita gente ainda olha desconfiado.

Ah Thailla, mas eles funcionam igual?


A resposta é Sim. E essa é uma das respostas que mais gosto de dar, com o peito cheio de segurança.
Antes de chegar até você, o medicamento genérico passa por testes rigorosos que comprovam a sua bioequivalência. Isso significa que ele age no organismo da mesma forma que o original, na mesma intensidade e no mesmo tempo. O genérico funciona do mesmo jeito. Ele não é “mais fraco”, nem “diferente”. É só uma versão mais acessível para todos e é igualmente eficaz.

Vamos falar um pouco mais sobre o porque esse medicamento é mais barato e isso é um ponto muito importante.
Quando um laboratório descobre um novo medicamento, ele tem o direito de vender com exclusividade por um tempo, nós falamos que ele tem a patente desse principio ativo. Depois que esse período expira, outros laboratórios podem produzir o mesmo remédio, sem pagar royalties por isso.
Sei que já falei isso em alguns parágrafos atras, mas vou dizer de novo para tentar colocar na cabeça de vocês que o preço do genérico é menor porque ele não carrega esse custo inicial de pesquisa e desenvolvimento. LEMBRANDO que o conteúdo terapêutico continua o mesmo.

Entendemos que o medicamento é igual, mas a embalagem é diferente e isso é uma exigência da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). As caixas dos genéricos são bem padrão, com aquela faixa amarela e a letra “G”, para facilitar a identificação e dar mais transparência ao consumidor.

Eu como farmacêutica, sou treinados para orientar sobre essas diferenças e tirar dúvidas na hora. Assim como estudam anos para descobrir um novo fármaco, eu também estudei por alguns anos para te orientar então pode perguntar, viu? Saúde também é educação e consciência.

Para finalizar nosso papo de farmácia, escolher um medicamento genérico é, muitas vezes, escolher continuar um tratamento que caberia no bolso. É democratizar o acesso à saúde sem abrir mão da qualidade. Então da próxima vez que te oferecerem o genérico, lembre-se: ele não é um “plano B”, ele é uma opção segura, aprovada e recomendada.

Informação também é cuidado.

Penseira

A beleza dos recomeços mesmo quando não são fáceis.

É estranho pensar que nem todos os recomeços vem acompanhados de fogos de artificio. As vezes ele chega em silêncio depois de uma noite mal dormida e olhos marejados. Ele também pode vir sem avisar, empurrado por uma decepção, por um fim que não entendemos direito, ou por aquela sensação incômoda de que algo já não cabe mais.

Mas mesmo assim, há beleza no ato corajoso de continuar mesmo quando estamos com medo. Há beleza na escolha de tentar de novo, mesmo quando estamos exaustos. Há poesia no caos e luz nos escombros de um antigo “eu”.

Recomeçar não é negar o que passou, é acolher as versões antigas da gente com gentileza, e dizer: “obrigada por ter me trazido até aqui”.

Que os recomeços sejam suaves, mesmo quando forem turbulentos. Que eles tenham cheiro de café fresco, gosto de novas promessas e a leveza de quem aprendeu a se amar no processo.

Porque há um tipo de força que só nasce quando tudo parece perdido e mesmo assim escolhemos florescer.

TBTextos

Cansada

Eu estava lá, parada no mesmo lugar.
Eu estava lá, sem me mover em momento algum.
Parada conversando comigo e tentando entender.

Buscado as respostas certas para as perguntas erradas.
Tento fechar os olhos e fingir que nada aconteceu mesmo a dor sendo tão forte.
Tudo mudou de repente sem que eu saiba o porque.
E no fim a culpa sempre cai sobre mim.

Estou cansada de chorar e tentar entender
Cansada de ver o bem e o mal refletidos em um só ser.

Tudo que tenho são dúvidas
Tudo que sinto é medo

Estou cansada de ter pesadelos
Cansada de tudo que me rodeia e de tentarem me mudar
Estou cansada de você.

Thailla Paixão – 2005

Penseira

Quando achamos que já passou

O tempo tem um jeito curioso de nos fazer acreditar que certas dores ficaram para trás. A gente segue, constrói coisas novas, se reinventa. Mas, de repente, um momento nos desarma, nos devolve ao ponto onde achávamos que já não sentíamos nada.

A verdade é que algumas marcas não desaparecem. Elas se tornam parte de quem somos, moldam nossa força e, às vezes, nos fazem questionar se realmente superamos nossos traumas. Mas talvez superar não signifique esquecer, e sim aprender a lidar com o que ficou.

Hoje foi um desses dias em que a ferida se mostrou viva. A felicidade, que parecia constante, se dissipou por um instante. Mas isso não apaga o caminho percorrido, nem diminui a força que carrego dentro de mim. Eu sigo, mesmo nos dias em que a dor faz questão de se lembrar de mim.